A TECNOLOGIA QUE AJUDAM DEFICIENTES AUDITIVOS A SE COMUNICAR

Fonte: Só Notícia Boa

Fonte: Só Notícia Boa

O avanço da tecnologia está contribuindo cada vez mais para a inclusão dos alunos com deficiência auditiva no contexto escolar e vem como um aliado a mais no processo educacional, de modo que a nova tecnologia da informação e da comunicação incorporada ao cotidiano das escolas resultará em mudanças no modo de ensinar, ultrapassando obstáculos da comunicação transformando-se, a inclusão daqueles que a sociedade vem respeitando ao longo dos anos, dando a esses alunos ampliarem a habilidade e acessibilidade, pois a grande maioria desses estudantes precisa da língua de sinais para se comunicar e obter informações e por outro lado poucas pessoas conhecem libras e com isso pode favorecer ao professor em sala de aula.
Essa deficiência implica na dificuldade de integração dessa camada social tanto na educação, no trabalho, no lazer e até mesmo em atividades cotidianas. Dentro desse contexto, o Grupo ICTS (Instituto de Ciência e Tecnologia), criou um aplicativo chamado Rybená, um recurso tecnológico que está preparado para funcionar de forma compatível com os principais navegadores, seja para computadores ou dispositivos móveis. Com tecnologia de ponta, completamente nacional, a solução é capaz de traduzir textos do português para LIBRAS e de converter português escrito para voz falada no Brasil, alta qualidade de tradução com controle de velocidade e o usuário pode selecionar apenas uma palavra, uma frase ou todo o texto para leitura ou tradução oferecendo as pessoas com necessidades auditivas a possibilidade do entendimento dos textos na internet, tornando útil e rica a interação desses alunos deficientes no processo de inclusão.
Foi pensando nisso que o professor de História Luiz Costa Silva da Escola Estadual Pedro Alcântara Machado no município de Linhares (RS), pesquisou e começou a utilizar esse tipo de ferramenta em aula com os alunos deficientes auditivos no 6º ano, para ele existem poucos profissionais na área educacional em sala de aula para auxiliar o docente e o aluno incluso a se comunicarem.
Segundo o professor Luiz, a pesquisa por esse aplicativo baixado em seu celular, levou-o a entender melhor os conteúdos didáticos em relação aos alunos deficientes, dando maiores estímulos aos estudos e facilitando as pesquisas e a forma desses alunos estudarem e serem motivados a estudar, pois a comunicação entre eles contribui no processo de aprendizagem, não só na educação e sim na convivência com ambiente externo da escola.
Ainda o professor Luiz conclui que a única desvantagem no uso do aplicativo é a falta de expressão facial sendo uma das características na Língua de Sinais, mas mesmo assim ele tenta se comunicar. Ele acredita que é um grande avanço na colaboração na educação mesmo sabendo que precisa ser mais ágil, mas isso é a falta de treinamento e experiência, pois a sala de aula é composta com mais de 35 alunos e a atenção tem que ser para todos.
Assim orientar as escolas de ensino regular para a educação inclusiva nos remete meios de lidar com uma sociedade justa e igualitária.

Por Sandra Aparecida Giollo
Polo – Indaiatuba

Comentários